Social media para uso do bem

Categoria: cibercultura, Comunicação Digital, crowdsourcing, mídias sociais, tecnologia/inovação


Confessa que assim como todo mundo que viu, você se emocionou ao ver o vídeo do ursinho Elo do Hospital Amaral Carvalho. A ideia sensacional foi criada pelo HAC - Hospital Amaral Carvalho em parceria com a FOM, fabricante de travesseiros e brinquedos antiatlérgicos. O objetivo era aproximar as crianças internadas, que não podem manter contato devido à baixa resistência, com pessoas do seu convívio pessoal via WhatsApp.

Segundo o site do HAC, os ursinhos foram fabricados em tecido especial e o processo todo de gravação e envio da mensagem de voz é feito com um dispositivo com tecnologia semelhante a um aparelho celular  para receber mensagens. Foram desenhadas caixas de som específicas para funcionarem no interior dos ursinhos. Um mecanismo liga a mão dos “Elos” ao dispositivo, liberando mensagens armazenadas. As mensagens são enviadas para uma central e gerenciadas por um profissional do hospital, que as envia para os ursinhos destinatários. As mensagens podem ser atualizadas a todo momento e ficam à disposição da criança para a próxima vez que decidir apertar a mão do seu ursinho para ouví-las. Basta a saudade apertar que as pessoas amadas, familiares e amigos, estão a um toque na mão do ursinho e eles ouvem a voz da pessoa querida!

Se ainda não viu, confira o vídeo:

Além de ser interessante e inovadora, a ação gerou muita mídia espontânea para o Hospital Amaral Carvalho e mostrou que a humanização é possível se juntarmos tecnologia, cuidados com a saúde e social media.  Com um monitoramenteo básico é possível ter dados desta ação. Confiram o print abaixo do tanto de menções ao Ursinho Elo, 84 mil:

busca ursinho elo
Foram mais de 84 mil menções em portais, sites e blogs de tecnologia, publicidade e social media, além de vários tweets:

tweets
A busca pelas palavras “Ursinho Elo”  traz outro resultado igualmente surpreendente. São mais de 665 mil menções.

ursinho Elo
Certamente, um case de sucesso da humanização da social media, não?

Marcia Ceschini – Especialista em Gerenciamento de Marketing, Coordenadora de Projetos Digitais na WSI Consultores, Idealizadora e Gestora do Papos na Rede.

Como usar as redes sociais a favor de sua empresa

Categoria: mídias sociais


redes-sociais-empresas
Por FastCom*

O uso de redes sociais tem se tornado cada vez mais comum entre as pessoas que além de interagir com os amigos e parentes, têm usado essas páginas para mostrar suas opiniões e pontos de vista e até mesmo para criticar produtos e serviços de determinadas empresas.

A partir disso, as organizações começaram a perder clientes em potencial. Para resolver esse problema, é necessário que a área de comunicação esteja presente nas redes para monitorar esses depoimentos e encontrar formas de melhorar e resolver os problemas dos usuários. Esse tipo de atendimento pode recuperar a clientela.

Deste modo, as redes sociais têm se tornado os canais principais de comunicação entre empresas e clientes, sendo um verdadeiro e eficiente SAC. Elas são ótimas ferramentas de comunicação devida sua acessibilidade, praticidade e rapidez. Contudo, da mesma forma que ela pode melhorar a imagem da organização, ela pode prejudicar se não for utilizada da maneira correta.

É preciso estar em todas as redes sociais?

Com tantas redes sociais diferentes por aí, é necessário fazer uma análise e avaliar quais delas fazem diferença para o seu negócio. Lembre-se que manter um perfil não é fácil. O trabalho requer tempo, dedicação e pesquisa, por isso, crie apenas em redes que sejam importantes para sua área de atuação. Além disso, conheça o setor e os pontos fortes e fracos para que você publique conteúdo de qualidade e saiba responder com clareza todas as dúvidas dos clientes.

Falando em dúvidas de clientes, só coloque sua empresa nas redes sociais se estiver disposto a aceitar e responder críticas e sugestões.  É necessário dedicar um tempo do dia para ficar online e responder todas as interações. Isso mostra a preocupação da empresa em tratar bem os clientes na área online também.

Se você optar por colocar sua empresa na web por meio do gerenciamento de mídias sociais, siga sempre essas dicas, pesquise, mantenha-se atualizado e atenda os clientes da melhor maneira possível. Essas atitudes garantem lucros e crescimento.

 * FastCom - Agência de Marketing Digital

Imagens: Getty Images

A Internet além do Facebook e Twitter

Categoria: Comunicação Digital, comunicação/marketing, mídias sociais


Por Fastcom*

novas redes 

O Twitter e, principalmente o Facebook, são as principais redes sociais do mundo. Ambas possuem funcionamentos distintos, agregam público e as receitas destas empresas que possuem poucos anos de vida não param de aumentar a cada ano que passa. Os mais otimistas acham que  vai demorar para que estas redes sociais dêem o último suspiro, já os pessimistas acreditam que todas elas estão com os seus dias contados e darão oportunidade para outras surgirem. Assim, fizemos uma lista com as redes sociais que os críticos apontam como as mais promissoras da internet. Conheça!

Redes sociais para conhecer e se inscrever

Chirpify

chirpify

Chirpify não é uma rede social propriamente dita, mas sim um social commerce, ou seja, um local onde é possível comprar e vender produtos por meio de mensagens nas principais redes sociais. Assim, a Chirpify funciona paralelamente as redes sociais mais conhecidas e utilizadas atualmente. Com esta ferramenta de e-commerce, o usuário não precisa de cartões de crédito, formulários ou qualquer outro item de uma loja convencional. Para participar, basta se cadastrar no site e sair comprando sem sair das redes sociais. Sim, apenas comentando com a palavra “buy”, tudo é feito automaticamente.

Medium

medium

 

A Medium é uma rede social alternativa ao Twitter e seu limite de 140 caracteres. Na plataforma, você pode compartilhar histórias dentre outros artigos com amigos que compartilham dos mesmos gostos. Não é necessário se cadastrar para ler os textos, mas, se inscrevendo, você pode participar da rede mandando notas, fazendo textos e interagir com os demais usuários, recomendando artigos e recebendo feedbacks para melhorar as próximas publicações.

O site deixa bem claro que as palavras são as protagonistas da rede social e que as imagens podem ilustrar, mas não há plug-ins ou widgets para se desviar do foco. Tudo é muito minimalista e se você entrar no Medium, precisará se concentrar, mesmo estando pelo celular.

Squidoo

squidoo

O Squidoo é mais uma plataforma para potencializar o negócio na internet. Nela, você promove posts e assim gera tráfego para o seu site. A ferramenta tem uma política que bane os spammers que querem gerar trafego, porém, com conteúdo de baixa qualidade, assim, podemos dizer que ele equivale ao site Ocioso aqui no Brasil, mas a diferença é o que internauta permanece na própria pagina do Squiddo e só clica nos links externos se quiser.

Quora
quora

O Quora é tida como uma rede social de conhecimento, mas com conteúdo totalmente colaborativo que funciona por meio de perguntas e respostas. Simples: se você quer saber a espécie de aranha mais venenosa do planeta, algum usuário cadastrado responde sua pergunta e cria atualizações sobre o tema, melhorando o tópico assim que uma nova informação surge. Pense no Quora como uma versão mais `cabeça’ do Formspring e do mais recente app Jelly.

NextDoort
nextdoor

Se tem muita rede social por aí que aproxima pessoas distantes, o Nextdoor vem com uma proposta contrária e diferente: nos aproximar de nossos vizinhos. Sim, esses mesmos nos quais você cruza todos os dias e nem sabe o nome. Para se cadastrar, é preciso inserir o seu endereço e o seu nome e daí então basta apenas interagir com os seus vizinhos virtualmente, combinando eventos e até pedindo algo emprestado, como aquele cortador de grama, sabe? Nos Estados Unidos, a rede social está faturando muito e fazendo o maior sucesso. Já aqui no Brasil ainda não podemos nos cadastrar.

E você, já está cadastrado em algumas destas redes sociais? Conte pra gente um pouco de sua experiência!

 * FastCom - Agência de Marketing Digital

O universo da internet na internet

Categoria: Comunicação Digital, tecnologia/inovação


Captura de Tela 2014-02-19 às 15.52.00

Por  Fastcom* 

Na internet, estamos acostumados aos rankings. Eles podem listar recordes, trazer curiosidades ou também trazer os sites mais acessados do mundo. Já pensou se cada site da Rede Mundial de Computadores fosse um astro do universo ou um pingo de tinta daqueles famosos quadros do artista contemporâneo Pollock? Pois é, é exatamente o que criou um designer ao compilar vários sites na mesma tela do computador.  Os mais acessados do mundo.

O verdadeiro emaranhado de sites, chamado basicamente de The Internet Map, foi idealizado pelo designer russo Ruslan Enikeev, que se utilizou de algoritmos do Google Earth para o resultado final. Há a possibilidade de diminuir e aumentar o zoom, navegar por toda a página com a ajuda do mouse, filtrar resultados pelo campo de busca, e ao clicar no campo do site, é possível visualizar o ranking de acesso Alexa – ferramenta de mensuração online – e visualizar o percentual estimado de usuários que visitam o endereço.

Ao todo, este mapa da internet traz 350 mil sites da web, sendo eles de 196 países diferentes. É importante lembrar que os gráficos e cores dispostos neste universo digital têm um propósito: os círculos maiores são o que possuem mais audiência, enquanto que os menores são os que possuem menos audiência. As cores, são determinadas de acordo com o país de domínio do site. Por exemplo, as páginas do Brasil recebem o tom amarelo como representação e os sites norte-americanos, o azul-claro. (clique na imagem para ampliá-la)

 

Captura de Tela 2014-02-19 às 15.51.40

Na página sobre o projeto, Enikeev dá uma breve explicação de como realizou o trabalho e até se utiliza da física e da matemática para isso. No final, o designer enfatiza o seu principal objetivo. “O mapa do Internet é uma tentativa de olhar para a estrutura escondida da rede, compreender sua escala colossal, e examinar o que é impossível entender a partir das estatísticas.”

Para quem se interessou, também é possível doar dinheiro para o projeto.

 * FastCom - Agência de Marketing Digital

 

 

Vale a pena investir em mídias sociais?

Categoria: Comunicação Digital, mídias sociais


redes sociais

 

Por Leandro Cardoso*

Quantos de vocês já ouviram essa pergunta?  Conversando com uma pessoa que cuida das mídias sociais de uma empresa. Ela me falou que seus chefes estão pensando na idéia de cortar todos os gastos com os canais de mídias sociais e deixar pra segundo plano. Um site com notícias e que vendem espaço para anunciantes, e mesmo com aumento significativo de seguidores no Twitter e fãs no Facebook. Querem acabar com todo trabalho já realizado e colocar vendedores.

Mas o que pode ser feito nesse caso? Bom. O que sobra então é duas alternativas já que a empresa não é sua. E os donos acabam decidindo e você pode ser remanejado para outra área ou até mesmo demitido.

1- Abandonar o barco

Ou

2- No meu caso aceitaria o desafio e tentaria provar o quanto e válido esse investimento em mídia digital para empresa; aquela velha história de pensar fora da caixinha. Podemos ver o quanto algumas marcas investem e possui um retorno favorável nas redes sociais atingindo um público cada  vez maior.  Que interage, compartilha  e espalha o nome da empresa entre seu círculo de amizade.

Mas não adianta falar tem que provar, não é mesmo? E ai que se enquadra o uso das famosas métricas e relatórios personalizados.

Em primeiro lugar analisar o planejamento e as metas. Se não possuir , faça um planejamento específico com metas voltadas  para as mídias sociais,  observando número de acessos, tempo de permanência e especifique uma página chave (escolha aquela que você quer mais visitas  -  ex. neste caso da empresa a página de anunciantes é a mais importante), monitore de onde estão vindo essas visitas,  tudo dentro do Google Analytics.

Faça análise minuciosa das redes sociais, verifique como está a audiência no Facebook , como anda o engajamento,  o que as pessoas andam curtindo e compartilhando;  no Twitter veja quantos  Rts,  o números de curtir (favoritar) já nos canais do Youtube observe quantas pessoas andam se inscrevendo, isso se possuir o canal, além do números de visualizações. Veja qual conteúdo tem gerado mais buzz entre os fãs e seguidores. Crie bons posts.

Uso de urls encurtadas específicas para cada redes sociais também é importante, as vezes não disponibilizamos de ferramentas pagas para um monitoramento mais complexo, e temos que nos virar.

Investir em mídias digitais não é algo que se faz do dia pra noite, demanda certo tempo talvez meses. Não é uma ciência exata.

Leandro Cardoso  – Web Designer, Marketing Digital e apaixonado por Redes Sociais, SEO, Internet e tecnologias.

 

Nissan: SMS com as mãos livres

Categoria: mobile marketing


Por Vinicius dos Santos
nissantext2

A montadora de carro Nissan simplificou uma das mais importantes temas nos dias de hoje, enviar SMS enquanto o condutor dirige seu carro. Este assunto tem sido abordado por diversas marcas para que todos fiquem atentos ao volante para não provocar acidentes.

A conversa está diretamente ligada entre o carro e seu celular, através do volante é possível fazer tudo que é preciso com um simples comando de voz. O sistema lê sua mensagem, como também possui reconhecimento de voz para que o motorista responda facilmente. O veículo já vem pré-carregado com mensagens padrões, mas também é possível personalizar.

Veja:

Marcas precisam humanizar e promover experiência

Categoria: Comunicação Digital, mídias sociais


marcas e relacionamento

Por Vinicius Santos

Encontrar consumidores que prezam o relacionamento, a confiança, a tradição ao comprar determinado produto ou serviço é mais frequente do que imaginamos. Começar a falar sobre relacionamento não é apenas se preocupar em share of mind, mas hoje em dia estamos focados no share of heart, de uma forma que o cliente quando necessitar de um serviço ou produto não tenha dúvida de quem escolherá.

Relacionar-se não é apenas se aproximar por se aproximar, pois os clientes não gostam deste tratamento. Pode-se observar que os stakholders de hoje estão preocupados em serem tratamos exclusivamente, de um modo mais amistoso, mas profissional. A organização agora precisa pensar bem aonde deve estar, e se preparar para isso. Estamos em uma era multidirecional, aonde temos a internet, os meios, o emissor, mensagem e o target para pensarmos.

Impactar o público, possuir uma postura de influência nas mensagens criadas a partir de um de content marketing, deixando de lado a tentação publicitária, querendo ser útil, se tornando referência é uma das grandes dificuldades. Então, é muito importante criar estratégias para os canais de relacionamento, balanceando com os esforços das conversões $$ definidas pelas empresas.

Humanizar é uma das palavras – chave para as marcas, onde saem os consumidores e entram as pessoas. A grande evolução e revolução é falar com milhões de pessoas e permitir que cada uma possa ter a sensação de ser única. O storytelling é um novo modelo de comunicação que surge para ajudar a potencializar marcas através de contos impactantes, mexendo com o imaginário do target, criando relevância que transmitem ideias da marca e incluem esses consumidores.

Criar persona é outro forte mecanismo que as marcas buscam desenvolver no mundo digital, tendo um publisher que aborda os temas com as características típicas do seu público-alvo, otimizando assim o conteúdo e melhorando seus resultados. Por fim, planejar e criar conforme a demanda não é uma missão fácil, é necessário conhecimento e habilidade para apresentar e defender sua ideia embalada de uma carga emocional para conquistar seus stakholders.

 

Boas festas e um 2014 com muita comunicação digital

Categoria: Sem categoria


Nós do Papos na Rede desejamos a todos um natal de paz e harmonia e um 2014 de muitas realizações digitais.
Sempre com muito estudo e dedicação!

Clique na imagem para ampliá-la!

votos papos na rede

Shoppers e as mudanças no processo de decisão de compra

Categoria: atendimento/consumidor, comportamento, tecnologia/inovação


Por: Vinicius dos Santos

sneaker-pimps1

Hoje, as lojas já compreendem que se faz necessário investir em tecnologia para acompanhar esse novo surgimento do consumidor no ambiente digital. Entender as atitudes, motivações e comportamentos do shopper são cruciais para criar uma rota que o direcione para sua estratégia. Agora, os consumidores exigem cada vez mais respostas objetivas dos varejistas. Segundo Julio Gomes, diretor de consultoria da Kantar Retail, “decisão de compra não está mais apenas no ponto de venda e sim na trajetória percorrida até lá”, Então, os shoppers neste momento estão se informando por diversos canais de relacionamento, seja um pouco fisicamente ou mesmo online, assim, aquele varejo que fizer isso de uma forma eficaz e eficiente terá um diferencial em relação seus concorrentes.

Os shoppers ominichannel neste momento querem uma ótima experiência de compra, poder testar o produto, conhecer a opinião de outras pessoas nas redes sociais, conseguir descontos e se sentirem únicos, exigindo que as empresas tenham políticas unificadas e integradas. Assim, facilita a experiência gerando conversões de vendas mais “verdadeiras”, pois trabalhando todas estes novos ambientes e criando microtargets, intuitivamente a geração de lembrança de marca no momento de decisão de compra seja em uma loja física ou online é mais assertiva.

Entender os passos de decisão de compra, a partir do conceito de ZMOT(Zero Moment of Truth), para se tonar um buyer é muito importante. Após o estímulo por propagando, temos a primeira etapa o ZMOT que o momento de pesquisa, busca e conteúdo. A organização precisa estar preparada, utilizando-se de ferramentas como SEO e SEM para melhores colocações nas buscas, e claro que aplicando com content marketing criando e disseminando conteúdo útil e relevante para um público-alvo. Assim, formando uma audiência interessada e segmentada, que posteriormente pode ser convertida em novos clientes. No FMOT a empresa precisar ter o conhecimento do que está falando, criando relevância e influência, se tornando referência no mercado ou nos territórios que atua, estabelecendo laços e criando vínculos que despertem emoções e sentimentos, entre consumidor e marca. Já no SMOT é novo cenário que se criaram os “showroomers”, que são consumidores que frequentam uma loja física, criando uma experiência com o produto por meio do smartphone ou tablet, promovendo que um varejista invista mais na inteligência de negócio.

É muito importante que estes itens estejam integrados e unificados, pois os esforços precisam estar muito bem definidos para que não decepcione os consumidores, pois todo o percurso percorrido pelo shopper é muito importante estar presente e ser monitorado de perto para correção de erros e melhorias no relacionamento.

As novas tecnologias e o comportamento do consumidor digital

Categoria: comportamento


Por Vinicius dos Santos

shopper-marketing-cart

Durante as décadas a forma e a velocidade que a informação, conhecimento e troca de experiência entre diversos público, vem se modificando de uma forma rápida e profunda na vida das pessoas, principalmente quando estamos falando do deslocamento humano por longa distância que foi incrivelmente facilitado. Assim, afirmando que as transformações sociais, culturais e econômicas que penetram e difundem-se em todos os campos da humanidade, primordialmente, vem da revolução da propagação e o uso das novas tecnologias de informações pelos indivíduos.

A internet tem sido representada como uma das maiores mudanças no hábito e cultura das pessoas, assim, cada geração lida com esta evolução de uma maneira diferente, passando da convergência do analógico para o digital. Todas essas variações alteraram a forma que as pessoas consomem, criando características bem específicas para este público.

Nos dias de hoje, o que define muito bem o novo comportamento do consumidor brasileiro é o engajamento no ambiente digital, pois este é o resultado de um amadurecimento do internauta que agora é curioso e busca muita informação, fazendo-se necessário uma maior produção de conteúdo, resultando na cocriação e na retenção share of attention.

Temos esta evolução durante o tempo que na busca da informação, como a geração Baby Boomers e X, eram um pouco mais lentas em que consumiam a propaganda, então todo estímulo era feito a partir de mensagens e de outro canal muito importante até aquele momento, os vendedores, que supostamente deveriam conhecer muito bem o produto que está sendo vendido para convencê-lo daquela mensagem passada anteriormente.

Já a geração Y, nascidos dos anos 90, a tecnologia foi se desenvolvendo cada dia mais, entre elas, computadores, a internet e o telefone celular. Sendo assim novas mídias de consumo trazendo infinitas possibilidades de impacto, sendo um consumidor mais ativo nas novas práticas. A partir da geração Z que já nasceu na era dos “hiper-conectados”, em que tudo está desenvolvido e apenas aperfeiçoando, possibilitou o desenvolvimento da independência, procurando resposta rápida, de fácil acesso, assim, se tornando uma geração mais crítica, possuindo ferramentas para questionar, desafiar e debater.

Para isso é muito importante às organizações estarem preparadas e habilitadas em entender os novos hábitos de mídia e de experiência do consumidor em suas plataformas e conteúdos. Hoje, esta audiência espera que a marca converse de uma forma mais personalizada, oferecendo relevância, informação, preocupando-se com suas necessidades, seja para solucionar um problema, esclarecer uma dúvida ou agradecer a um elogio.

Conhecer o perfil do consumidor não é muito fácil, saber quem é quem, de que forma se comporta na interação com as pessoas nas redes sociais (Perfis tecnográficos) e até mesmo determinar os perfis digigráficos, ou seja, clusterizar o consumidor conforme seu comportamento, entendendo como reage a diferentes estímulos pode ser o fator decisivo de fracasso ou sucesso nesses meios.