Quanto vale uma solução?

Category : Sem categoria

Por Alex Camillo*

Mais que tudo, mais que um produto ou um serviço, o que o cliente busca é a solução para um determinado problema e, é isto em última análise o que oferecemos. Mas…quanto custa uma solução?

No que diz respeito aos serviços, talvez a maior dificuldade que os prestadores de serviços encontram seja a de cobrar o valor devido pelo serviço. Quanto vale uma consulta médica? O valor pode ser o de uma vida.

Outro fator muito importante quando vendemos serviços é a capacidade de impressionar, encantar o cliente, demonstrando compreender suas reais necessidades.

A principal característica dos serviços é a sua intangibilidade – precisamente o fator que torna esta tarefa mais difícil, já que é complicado expressar, em termos economicamente apreciáveis,  algo que não se consegue perceber, visualizar, algo abstrato. Esta dificuldade de precificar o serviço não é prerrogativa apenas dos prestadores de serviço: também os clientes são, muitas vezes, inábeis para ponderar o que ele recebe e o quanto ele está pagando.

O custo de uma execução inadequada pode superar o próprio custo do serviço.  Ademais, a compensação ou substituição de serviços não prestados ou prestados de maneira equivocada nem sempre será possível, deixando o prestador vulnerável à responsabilização por via judicial. Imaginem o cancelamento de um voo de uma companhia aérea, cujo passageiro/ cliente participaria de um evento importante?

Na determinação dos preços de serviços, é importante que a empresa ou prestador de serviços possa responder às seguintes perguntas:

  • Qual o posicionamento estratégico que o preço deve buscar?
  • Como o serviço deve ser cobrado?
  • Qual a melhor estrutura de preços: ter um único preço ou diversos preços para variadas atividades, ou pacotes de serviços?
  • Que mensagem o preço praticado deve passar aos consumidores?
  • O processo de definição do preço capta todo o valor oferecido pelo serviço?
  • Existe uma quantidade mínima de serviços prestados?
  • É possível combinar os serviços em partes a fim de deixá-los mais sedutores aos clientes?
  • Como é possível detectar as variações na qualidade do serviço?

À medida que respondemos algumas das perguntas acima, outras surgem em seguida, como, por exemplo, um médico recém-formado em uma das melhores universidades de medicina pode cobrar o mesmo valor que um médico com muito mais experiência? Muitas vezes achamos que um produto ou serviço por ter um preço elevado é melhor que outro, alguns preferem pagar um pouco a mais por que o diferencial daquela empresa ou profissional liberal vale a pena, porém, essas pessoas são mais exigentes também.  Fatores como: formação acadêmica, títulos, experiência, tempo de mercado devem ser levados em consideração na hora de precificar o seu serviço.

Definido o preço, ainda há que se levar em conta a margem de negociação. Existe um momento na negociação de nossos projetos em que saber qual é a faixa de orçamento com a qual o cliente está trabalhando pode fazer toda a diferença.  Aproveito aqui para dar algumas dicas.

Quando estou briefando o cliente, sempre faço perguntas sobre a empresa, como:

  • Tipo de administração, familiar ou profissional
  • Rotatividade dos funcionários
  • Sede própria ou alugada
  • Número de funcionários
  • Quanto tempo de mercado
  • Planos futuros
  • Planejamento de marketing

Quando trabalhamos com mídias sociais, é difícil colocar preço em algo cujo alcance o empresário não enxerga. Muitos não têm a percepção de que os resultados não aparecem da noite para o dia e de que os resultados podem ser diferentes do que normalmente esperam.  Qualquer empresa visa o lucro, porém, a informação, o engajamento, a construção da marca são tão importantes quanto, e podem levar, em médio e longo prazo, a resultados comerciais.

Quanto devo cobrar pelo meu serviço?

Em um post muito esclarecedor e de fácil entendimento, o Design Blog propõe uma resposta para esta pergunta. Segundo o autor, a primeira coisa a fazer é definir o nosso preço base, ou seja,  o valor mínimo que precisamos cobrar para cobrir nossas despesas sem fazer lucro em cima. Para achar este preço base, devemos responder a seguinte pergunta: de quanto precisamos para sobreviver em um mês? Divida isto pelo tanto de tempo que você trabalha e você terá seu preço-base.

O segundo passo é definir o lucro. Para definirmos o lucro, precisamos responder a pergunta que fiz acima: como é possível detectar as variações na qualidade do serviço?

Precisamos também definir a duração de nosso projeto, daí a importância do briefing e do entendimento das reais necessidades do cliente, o briefing não serve apenas para indicar a duração do projeto, mas também para estabelecer regras para que o seu cliente não decida mudar aspectos do projeto o tempo todo.

A fórmula mágica então é a seguinte: Preço base + lucro x tempo de duração.

Embora fixar o preço de um serviço seja uma tarefa difícil; por sua intangibilidade, vimos que há elementos e fatores que podem ser levados em conta pelo profissional ou prestador de serviço e, com o tempo e a prática este vai conseguindo avaliar melhor economicamente o valor do seu serviço.

Espero que tenham gostado. Usem os comentários para sugestões e variações do tema.

Alex Camillo é estudante de Marketing e apaixonado por Mídias Sociais, desenvolvedor webfreelancer, desenvolve um blog pessoal , é um entusiasta da Tecnologia, leitor voraz, fanático pelo Fluminense, pela NBA e NFL, está tentando abandonar o “vício” em café e Coca-cola, em constante busca de Networking e Desenvolvimento Pessoal, e, por último, mas não menos importante, é casado, pai de família e uma pessoa muito feliz.

Disseminando sua campanha nas mídias sociais

Category : Comunicação Digital, mídias sociais

Por Alex Camillo*

Já falamos aqui da importância do planejamento em mídias sociais, portanto, vamos partir do pressuposto que a sua campanha esteja planejada e o assunto esteja devidamente mapeado, títulos, descrições, releases impecáveis sem um erro de português, e agora?

Bem, chegou a hora de encontrar oportunidades de disseminação em determinadas redes sociais, isto, nada mais é, do que definir como os nossos objetivos serão alcançados.

Precisamos mensurar o resultado da divulgação; uma boa ideia é usar os chamados encurtadores de url. Encurtadores são sistemas que diminuem a quantidade de caracteres de uma url. Com a ascensão do Twitter, a necessidade é grande de mantermos a mensagem em 140 caracteres, sendo assim, os encurtadores se tornaram uma tremenda mão na roda. Outra vantagem dos encurtadores, além da possibilidade de acompanhamento das estatísticas, é a possibilidade de customizar o link, por exemplo, bitly.com/nomedacampanha. Uso e recomendo o bitly.

A criação de um perfil específico do seu projeto no Twitter pode ser uma boa ideia, desde que haja tempo hábil e planejamento para conquistar seguidores e planejar o que e como os tuites serão postados. Na criação de perfis é importante:

  • Descrever o objetivo do projeto;
  • linkar para o vídeo, página web, fanpage, com objetivo de gerar cliques;
  • Seguir ou solicitar amizade de perfis com adequação ao tema;
  • Utilização de fotos, vídeos ou links com o tema relacionado;
  • Moderação na quantidade de mensagens ou solicitações.

Os influenciadores nas redes sociais podem ajudar muito a disseminar o seu projeto.  Muitas vezes, um único tweet em um perfil de influenciador nesta rede social é responsável por um número de cliques, recomendações e postagens suficiente para o sucesso da ação. Quando digo influenciadores, não quero dizer apenas as “mega celebridades” com milhões de seguidores, estas são mais difíceis de alcançar e muitas vezes, nem são elas mesmas que postam suas mensagens no Twitter. Procure selecionar vários influenciadores com 10 a 100 mil seguidores, entre em conato com eles e envie seu release, deixe claro a importância de sua adesão para a campanha.

Ainda falando no twitter, a criação de hashtags faz com que as pessoas entendam claramente sobre o assunto que se está falando, por exemplo, #afavordavida. Uma tática interessante é utilizar a hashtag no título, no conteúdo de seu release/texto/post.

Os mensageiros instantâneos podem ser grandes aliados na hora de disseminar a sua campanha. Não se esqueça de colocar o link encurtado juntamente com uma frase de descrição. O link também pode ser enviado para seus contatos que talvez tenham interesse na sua campanha. Há grupos no MSN com um grande número de pessoas on-line simultaneamente, que podem ajudar a repassar a mensagem.

Plataformas sociais como Digg, Dihitt e StumbleUpon, onde os usuários clicam, compartilham e votam em suas notícias podem ser interessantes para a divulgação. Para que a sua notícia tenha a atenção da rede é importante criar um título que desperte a atenção dos usuários.

Uma ação que sempre dá muito resultado é o envio de um release, falando sobre a ação para blogs e/ou sites de conteúdo jornalístico cujos temas sejam relacionados com o seu projeto. O objetivo do envio do release é, mais do que gerar visualizações, é fazer com que os leitores se interessem em publicar o seu projeto como notícia ou post no blog, levando o seu conteúdo para a audiência deles.

A criação de um evento no Facebook também pode ajudar. Ao criar um evento no facebook, você determina uma data para adesão das pessoas a determinado evento ou causa. Os eventos do Facebook não necessariamente são reais, como por exemplo: churrasco de despedida de solteiro do Príncipe William ou a comemoração dos sete anos de pontifcado do Papa Bento XVI.

Uma capa para o facebook com o nome, hashtag da campanha, algo bem criativo, a imagem de fundo no Twitter com uma descrição criativa na bio também são ideias que irão ajudar na divulgação.

Na semana passada coordenei uma campanha para o blog Salvem a Liturgia, fizemos um “tuitaço” para comemorar os sete anos de pontificado do Papa Bento XVI. Fizemos tudo o que foi descrito neste post e assim, conseguimos colocar nosso evento nos tópicos mais comentados do Twitter por quase duas horas na tarde do dia 19/04/2012.

Alex Camillo é estudante de Marketing e apaixonado por Mídias Sociais, desenvolvedor webfreelancer, desenvolve um blog pessoal , é um entusiasta da Tecnologia, leitor voraz, fanático pelo Fluminense, pela NBA e NFL, está tentando abandonar o “vício” em café e Coca-cola, em constante busca de Networking e Desenvolvimento Pessoal, e, por último, mas não menos importante, é casado, pai de família e uma pessoa muito feliz.

 

Tipos de Perfis em Redes Sociais

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Category : comportamento, mídias sociais, Papos na Rede

Por Alex Camillo*

 

Na sala de aula podemos observar perfis bem definidos: o palhaço da turma, o nerd, a metida, o repetente, o pegador , etc.  Da mesma forma, as redes sociais possuem perfis de usuários classificáveis quanto ao uso que fazem das mesmas. Vejamos alguns desses perfis:

Derrotado – Aquele que sempre se faz de coitado, sempre conta suas derrotas, está sempre doente ou triste, tem sempre uma história para contar de como está sendo injustiçado… adora atualizar seu status demonstrando tristeza ou depressão sem revelar o motivo, só para receber cinco mil comentários perguntando “o que aconteceu?”…

Vitorioso – Este nunca sofre uma derrota. Sempre o melhor no trabalho, não consegue compreender como não chegou ao cargo de chefia ainda, na pelada de fim de semana marca oito gols toda partida.

Repórter – Também conhecido como o xereta. Fala da vida de todo mundo, fuxica a vida de todo mundo, muitas vezes ou quase sempre leva as informações obtidas nas redes sociais para o mundo offline.

BBB – Quer que todos acompanhem sua vida 24 horas por dia, então posta tudo o que faz, mesmo as atividades mais triviais do cotidiano.

Compartilhador – Não cria conteúdo original algum. Lê um jornal online e compartilha as trinta notícias que leu em seu mural.

Fofo – Manda gifs lindinhos e fofinhos de bebês, gatinhos, cachorrinhos, ursinhos, etc, para todos os seus contatos.

Trágico – Só conta tragédia, gente ou animais desaparecidos, mortos ou torturados, notícias sobre terremotos, maremotos, acidentes de trânsito.

Intelectual – Este adora papo cabeça, adora postar citações de vários autores clássicos e famosos de cujas obras, quando muito, ele leu uma resenha na faculdade.

Comediante – Sempre fazendo graça, o piadista, às vezes consegue fazer piada de uma notícia trágica. Alguns dizem que conseguem ver o lado bom das coisas, mesmo quando as coisas não vão bem.

Vendedor – Esse vende cosméticos, Herbalife, participa de pirâmides e sempre convida seus amigos para participarem e comprarem seus produtos.

Coruja – posta mil fotos dos filhos, dos netos, sobrinhos, afilhados etc…

Estudante – Só fala das aulas, das provas, do TCC, da dissertação, da tese, do orientador, etc.

Tímido – Não possui foto no perfil, ou, quando o possui, está de cabeça baixa, de costas… ademais, quase nunca coloca informações pessoais em seu perfil nas redes sociais.

Torcedor – Passa seu tempo nas redes sociais falando bem de seu time e zombando dos times dos outros.

Metido a Ryco – Aquele que coloca a melhor roupa, vai a algum lugar bem bacana, faz check-in, tira foto do prato que pediu – claro que é o mais caro do menu – e coloca no Instagram, Facebook, Foursquare e etc.

Que tal aumentar esta lista? Poste nos comentários outros perfis que tenha observado.

Alex Camillo é estudante de Marketing e apaixonado por Mídias Sociais, desenvolvedor webfreelancer, desenvolve um blog pessoal , é um entusiasta da Tecnologia, leitor voraz, fanático pelo Fluminense, pela NBA e NFL, está tentando abandonar o “vício” em café e Coca-cola, em constante busca de Networking e Desenvolvimento Pessoal, e, por último, mas não menos importante, é casado, pai de família e uma pessoa muito feliz.

A Hashtag mais Temida do Mundo: #fail

Category : atendimento/consumidor, Comunicação Digital

 

Ontem (15/03), foi o dia mundial do consumidor e é claro que os usuários do Twitter já colocaram a hashtag nos Trending Topics. Melhor do que ficar ligando para call centers e ficar ouvindo musiquinhas chatas e vozes robóticas, a solução encontrada para muitos consumidores tem sido reclamar na web, como é possível verificar pelo ranking de reclamações sobre os serviços prestados pelas empresas no site do Reclame Aqui. Recentemente, encontrei o blog Não Gostei, mais um espaço dedicado aos consumidores para que façam suas reclamações.

Muitos consumidores não conseguem resolver seus problemas com as empresas pelas vias convencionais. As redes sociais estão à disposição, para, imediatamente, propagar os desabafos daqueles que esgotaram as vias normais, como os SACs, em busca de solução.

Philip Kotler, em seu livro Marketing 3.0, fala sobre o empoderamento (do inglês empowerment) do consumidor – a participação do consumidor que ajuda a empresa a cumprir sua missão. Acrescenta o autor: O valor coletivo dos consumidores está enraizado no valor de uma rede. A rede pode se desenvolver com relacionamentos do tipo um-para-um, um-para-muitos ou muitos-para-muitos1.

As redes sociais estão ajudando ou forçando as empresas a atenderem melhor?

Citando Kotler novamente, “O valor total para o cliente é o conjunto de benefícios que os clientes esperam de um determinado produto ou serviço”2. Desta forma, podemos entender o conceito de valor para o cliente como o conjunto de experiências que ele tem por meio de sua relação com a empresa e com outros clientes.

Clientes querem ter exclusividade no atendimento, como se o serviço que estão adquirindo tivesse sido feito sob medida para atender às suas necessidades. A expectativa positiva, na maioria das vezes, é gerada a partir das próprias ações de comunicação da empresa.

Enquanto as empresas divulgam suas histórias por meio da propaganda, na rede de consumidores as histórias são transmitidas por relacionamento do tipo um-para-um, ou seja, de um membro para o outro. O inventor da Ethernet, Robert Mercalfe, captou isso na lei de Metcalfe, ao argumentar que o poder de uma rede de N membros no contexto de um relacionamento de tipo um-para-um é igual a n2. No entanto, explica Kotler, esta lei subestima o poder das redes, nas quais o relacionamento é do tipo um-para-muitos ou de muitos-para-muitos, ou seja, quando os consumidores estão conversando com outros consumidores simultaneamente. Isto é captado pela lei de Reed, que muitas vezes é usada para explicar o fenômeno da mídia social. De acordo com a lei de Reed, o poder da rede em um ambiente muitos-para-muitos de N membros é igual a 2n. Sempre que N é maior ou igual a 5, o poder da rede muitos-para-muitos é maior do que o da rede um-para-um. Este cálculo é o conceito central do empoderamento para o consumidor.3

 

O que os consumidores mais buscam é qualidade. O que é qualidade?

  • Em primeiro lugar, a qualidade é aquilo que é percebido pelo cliente. Cada cliente, de acordo com sua cultura, criação, formação, desejo, percebe a qualidade de um jeito. É importante saber como ele a percebe, para que a empresa atenda às suas expectativas.
  • Qualidade é uma jornada: um trabalho de qualidade tem início, meio, mas não tem fim. É um processo contínuo, cíclico. Você não consegue trabalhar com qualidade em um mês e não trabalhar no mês seguinte.
  • Qualidade é trabalho de todos dentro de uma empresa, o envolvimento e o comprometimento de toda a estrutura da empresa no processo é fundamental para o sucesso da ação.
  • Qualidade é uma questão de projeto: como tudo em marketing, o projeto necessita de um planejamento. Se você não planejar a qualidade, com certeza planejará o fracasso.
  • Qualidade é cumprir a promessa do serviço: para muitos clientes, essa é a essência da qualidade. Cumprir aquilo que prometeu. Muitos só esperam isso.

Ao invés de temerem a hashtag ou a exposição online, as empresas deveriam rever as formas como se relacionam com seus clientes, pois cada vez mais os consumidores estão ficando mais exigentes, em busca de bom atendimento  e, principalmente, respeito por parte das empresas.

 

1 KOTLER, Philip Marketing 3.0, 2ed,  Campus, São Paulo, 2010, p.70.

2 KOTLER, Philip – Administração de Marketing– 10ed, Prentice Hall, 2000, p.56

3 KOTLER, Philip Marketing 3.0, 2ed,  Campus, São Paulo, 2010, p.70.

 

 

Alex Camillo é estudante de Marketing e apaixonado por Mídias Sociais, desenvolvedor webfreelancer, desenvolve um blog pessoal , é um entusiasta da Tecnologia, leitor voraz, fanático pelo Fluminense, pela NBA e NFL, está tentando abandonar o “vício” em café e Coca-cola, em constante busca de Networking e Desenvolvimento Pessoal, e, por último, mas não menos importante, é casado, pai de família e uma pessoa muito feliz.

Uma Luz no fim do túnel

Category : comportamento


* Por Alex Camillo

 

Oh! No Wait! (#Eminemfeelings), faltou luz novamente. A inspiração para escrever o texto abaixo vem da minha indignação com a prestadora de serviços @lightclientes. Há dois dias não conseguimos dormir aqui em casa. Neste exato momento, enquanto escrevo este texto, monitoro no Twitter o que estão falando sobre a prestadora de serviços.

O mercado de serviços no Brasil já representa mais de 55% do Produto Interno Bruto (PIB) e estima-se que é o setor que mais emprega mão de obra, ou seja, mais da metade dos empregos e da produção brasileira provém do mercado de serviços.

Diante deste cenário, o consumidor está mais informado; dispõe de pouco tempo para as compras, quer mais conveniência; ficou mais exigente, buscando serviços melhores e, principalmente, tem grandes expectativas quanto a serviços e atendimento.

Com o aumento da renda de muitos brasileiros, percebemos que os consumidores querem e precisam investir em serviços que melhorem sua qualidade de vida.  Estamos na era da conveniência, por exemplo: vamos ao shopping e esperamos que ofereçam manobrista, compramos uma pizza e esperamos que a entrega seja feita dentro de um prazo aceitável e etc.

Segundo o IBGE, estes são alguns fatores propiciaram a expansão do setor:

  • Aumento da expectativa de vida. Pessoas estão vivendo mais e precisam de serviços específicos para determinada faixa etária.
  • Grande número de mulheres no mercado de trabalho que precisam de serviços que cubram sua ausência em casa.
  • Empresas globais estão concorrendo no mercado nacional.
  • Estabilidade da moeda graças ao plano Real.
  • Surgimento da internet.
  • E, principalmente, Informação é poder, e os clientes sabem disso.

Contudo, as concessionárias de serviços públicos – em especial energia, telefonia e transportes – têm prestado um serviço muito aquém daquele que seus consumidores, ou seja, a população, merece receber. O pior é que pagamos muito caro por estes serviços. Quem nunca enfrentou fila e atrasos nos embarques nos aeroportos? O carnaval acabou há menos de uma semana; muitos, assim como eu, procuram cidades litorâneas para curtir com a família, sendo que estas cidades recebem o dobro de pessoas em altas temporadas, o que ocasiona, em muitas cidades, racionamento e falta de água. No verão, a sobrecarga no abastecimento de energia por falta de investimento causa os apagões frequentes. Operadoras de celular deixam seus clientes esperando atendimento por uma hora em média.

Ontem mesmo ficamos, eu e minha família, a noite toda sem energia no calor de quase 40 graus que tem feito no Rio de Janeiro nos últimos dias; quando tentei ligar o atendimento da empresa, fiquei quase dez minutos esperando, sendo que estava ligando às 03h00.

Muitos dos problemas citados acima se devem à falta de planejamento, falta de foco no cliente. Fica evidente que ou não há um controle de qualidade, que deveria estar embutido na prestação de serviço, ou o consumidor final está no final da lista de prioridades.

Estas empresas precisam focar na padronização dos seus serviços, buscando atingir um “estilo” reconhecido na prestação do serviço, criando procedimentos de rotina para detectar pontos fracos do serviço, monitorando de maneira permanente a satisfação dos consumidores.

Entender a importância dos Serviços e Atendimento em um mercado globalizado e em constante mudança é condição essencial para a sobrevivência e prosperidade das empresas. No entanto, quando se trata de concessionárias, a ausência de concorrência e a leniência do poder concedente (Município, Estado, União Federal) faz com que a falta de investimento e o descaso com o cliente fiquem impunes. Nem sempre queixar-se à agência reguladora competente resolve o problema.

Teremos em breve grandes eventos sediados no Brasil… será que finalmente os investimentos virão? Será que há luz no fim do túnel?

Alex Camillo é estudante de Marketing e apaixonado por Mídias Sociais, desenvolvedor webfreelancer, desenvolve um blog pessoal , é um entusiasta da Tecnologia, leitor voraz, fanático pelo Fluminense, pela NBA e NFL, está tentando abandonar o “vício” em café e Coca-cola, em constante busca de Networking e Desenvolvimento Pessoal, e, por último, mas não menos importante, é casado, pai de família e uma pessoa muito feliz.

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Category : mídias sociais

 

 

Por Alex Camillo

Em quais redes sociais a sua marca deve estar? A resposta parece fácil e obvia: onde seus clientes, seu público-alvo estão. Sendo assim, o Facebook com 800 milhões de usuários deve ser considerado uma parada obrigatória para as empresas. Muitas marcas estão no Google+ também, porém a rede social ainda peca em algumas funcionalidades se comparada à rede de Mark Zuckerberg.

Como o Social Media não para, uma nova rede social desaponta como promissora no ano de 2012. O Pinterest, uma rede social voltada para a experiência visual que permite que sejam criados quadros separados por categorias como: My Style, Favorite Places, For the Home, entre outros. Os usuários podem criar suas próprias categorias também. Qualquer semelhança com o Facebook e o Twitter não é mera coincidência, cada publicação pode ser curtida ou compatilhada (repin).  O site tem sido cada vez mais aproveitado por marcas de roupas, calçados, acessórios, decoração e culinária.

A rede social, lançada em março de 2010, não para de crescer: sua audiência quadriplicou entre setembro e dezembro de 2011, recebendo mais de sete milhões de visitantes únicos só no mês de dezembro. Segundo o Shareaholic, o serviço já gera uma porcentagem de tráfego para sites de varejistas maior do que YouTube, Google+ e LinkedIn juntos. O Pinterest gerou 2,5% de tráfego para outros sites em dezembro, e aumentou essa porcentagem para 3,6% em janeiro, ficando atrás somente de Facebook, StumbleUpon, Google (buscas) e Twitter.

Outro ponto que merece destaque é a grande aproximação entre Twitter e Pinterest em janeiro. Os sites praticamente empatam no quesito porcentagem de tráfego gerado.

Alguns dados começaram a ser divulgados, como por exemplo, o infográfico do site 60 Second Marketer. Vejamos alguns dados: As mulheres são grande maioria na rede social com 80% dos usuários.

A grande maioria dos usuários está entre 25 e 54 anos de idade.

  • 0 a 17 – 3%;
  • 18 a 24 – 6%;
  • 25 a 34 – 28%;
  • 35 a 44 – 28%;
  • 45 a 54 – 25%;
  • 55 a 64 – 8%;
  • 65 + – 3%.

Escolaridade

  • 6% não possuem o ensino médio;
  • 60% têm/teve algum curso superior iniciado;
  • 6% são formados;
  • 10% possuem o ensino médio;
  • 19% possuem bacharelado.

Renda Familiar (dólares)

  • 0 a 24.000 – 8%;
  • 25.000 a 49.000 – 35%;
  • 50.000 a 74.000 – 34%;
  • 75.000 a 99.000 – 14%;
  • 100.000 a 149.000 – 6%;
  • 150.000+ – 3%.

Pode-se dizer que o pinterest é a nova rede queridinha da internet; se vai vingar ou não, o tempo dirá; o importante, no momento, é conhecer quem está usando para que possamos planejar ações e então colher bons frutos.

Alex Camillo é estudante de Marketing e apaixonado por Mídias Sociais, desenvolvedor webfreelancer, desenvolve um blog pessoal , é um entusiasta da Tecnologia, leitor voraz, fanático pelo Fluminense, pela NBA e NFL, está tentando abandonar o “vício” em café e Coca-cola, em constante busca de Networking e Desenvolvimento Pessoal, e, por último, mas não menos importante, é casado, pai de família e uma pessoa muito feliz.

 

Quem conta um conto aumenta um ponto

Category : comportamento, mídias sociais, Papos na Rede

Por Alex Camillo*

“Quando eu ainda não sabia ler, brincava com os livros e imaginava-os cheios de vozes, contando o mundo.” (Cecília Meireles)

Assim são as redes sociais nos dias de hoje, cheias de vozes que seguem contando o mundo, servindo como fontes de informação, não somente para seus usuários, mas também para os veículos de comunicação.  Fato é que hoje as redes sociais podem alimentar  jornais e revistas e vice- versa.  Quantas vezes percebemos que uma determinada notícia veiculada em um telejornal ou programa jornalístico, em poucos minutos vira tópico nas redes sociais – em especial no twitter – criando um imenso buzz.

Graças às tecnologias móveis, um usuário de qualquer lugar no mundo pode anunciar algo em primeira mão, e através dos recursos de compartilhamento – como o curtir no Facebook e Retuite  (RT) no twitter-  seus contatos podem passar aquela informação adiante, criando um  burburinho nas redes sociais.  Quando o mundo descobriu o CTRL+C  e CTRL+V, já dizíamos, parodiando Lavoisier: nada se cria, tudo se copia; atualmente nas redes sociais a grande maioria dos usuários não produz conteúdo, apenas curte e retuita, adicionando, às vezes, sua reação ou impressão pessoal.

No último sábado, segundo o blog Mashable, uma usuária do Twitter foi a primeira pessoa a divulgar a morte da cantora Whitney Houston, 55 minutos antes de a Associated Press confirmar, de fato,  a informação. Mais de 2.5 milhões de tuites foram gerados somente na primeira hora, o que equivale a cerca de mil tuites por segundo.

Vale ressaltar a importância de se validar a fonte da informação.  A velocidade com que a informação se espalha nas redes faz com que muitas vezes piadas, montagens e memes sejam criados antes que os fatos sejam esclarecidos por matérias nos veículos confiáveis.

Em minha opinião, isso muito se deve à falta generalizada de senso crítico que tenho percebido nas redes. A interação pasteurizada que evita as divergências atrofia nossas habilidades argumentativas, o espírito crítico e o raciocínio lógico.

Algo bastante comum atualmente é a pessoa postar algo no Facebook, por exemplo, para as pessoas que seguem uma linha de raciocínio parecida com a sua, para evitar um debate mais longo e apurado. Ou seja, um posta e os outros aplaudem. Os comentários divergentes são apagados, ignorados ou mesmo evitados com a prática de restringir o post a uma lista de usuários selecionados.  Outros simplesmente preferem o curtir ou compartilhar ao invés de comentar e isso, de certa forma, é um exercício na contra mão.

A criatividade, no entanto, da minoria produtora de conteúdo, essa parece não ter limites: basta observar quantas versões do mesmo fato – verdadeiras ou não – são propagadas nas redes, em uma dada unidade de tempo.

Recentemente o @naosalvo provou como é fácil espalhar uma notícia falsa nas redes sociais e publicou no Twitter que o “Seu Barriga” havia morrido -  pronto, em poucos minutos, a hashtag #RIPSEUBARRIGA entrou nos TTs mundial, ou seja, uma “megatrollada” naqueles que simplesmente passam informações adiante, sem primeiro buscar uma confirmação.

Em suma, há que se apurar os sentidos e a percepção para buscar a verdade no meio de tanto ruído, tendo em vista que, em tempos de redes sociais, quem conta um conto, aumenta um ponto – ou dois…, ou mais… e cada conto e cada ponto recebem muitos likes, muitos shares, muitos RT…

Alex Camillo é estudante de Marketing e apaixonado por Mídias Sociais, desenvolvedor webfreelancer, desenvolve um blog pessoal , é um entusiasta da Tecnologia, leitor voraz, fanático pelo Fluminense, pela NBA e NFL, está tentando abandonar o “vício” em café e Coca-cola, em constante busca de Networking e Desenvolvimento Pessoal, e, por último, mas não menos importante, é casado, pai de família e uma pessoa muito feliz.

Cybercultura Rabugenta

Category : comportamento, Comunicação Digital


* Por Alex Camillo

Estamos ficando muito chatos, só leio reclamações nas redes sociais. Reclamam do BBB, reclamam da Luíza, reclamam de tudo.

Recentemente, o âncora do telejornal do SBT, Carlos Nascimento, comentou sobre o buzz em torno de Luíza, que estava no Canadá, dizendo: “Luiza já voltou do Canadá e nós já fomos mais inteligentes.” Ora, o meme da Luiza não passa de uma brincadeira. A declaração é de se estranhar, vindo de um jornalista de uma emissora que exibiu / exibe atrações como Programa do Ratinho, Casos de família, Maria do Bairro e etc. A questão não é que já fomos mais inteligentes, mas já respeitamos mais as opiniões alheias, sem criticar, xingar e ofender.

Big Brother Brasil, assiste quem quer. Não quer, se você é privilegiado com um pacote de TV por assinatura – e eles são cada vez mais numerosos, com o aumento da Classe C no Brasil – com certeza vai encontrar um programa mais interessante, ou não? Ninguém acha mais nada que preste? Como último recurso, venha para a internet ou vá ler um livro…

Parabéns a você que consegue somente assistir programação “cabeça”, todos os canais do Discovery Channel, History Channel, Globo News, TV Cultura, Canal Futura. Lamento por aqueles que não assistem uma comédia pastelão de vez em quando, aqueles que não gostam de ir para um barzinho,  tomar “uns bons drink” e jogar conversa fora.

Falando nisso, em quase toda rodinha de conversa tem sempre aqueles que, quando perguntados, sempre dizem gostar de ler muito e ouvir MPB, mesmo que isso não seja necessariamente verdade. De MPB Caetano é o must, quando perguntamos sua música favorita, dizem que é aquela “Você é linda, mais que demais”… e aquela do Leãozinho, porque não conhecem nenhuma outra…. Quando perguntamos sobre o último livro que leram: grande chance de citarem um livro de auto-ajuda, do tipo “A Cabana”, ou um dos vários livros escritos por um dos vários padres pop…  Há aqueles também que assistem ao programa do Ratinho, Casos de família e outros programas baixo nível, ou a um humor agressivo como o do Pânico e do CQC, mas criticam aqueles que assistem ao BBB. Antes de criticar, veja bem: eu não estou defendendo o BBB. Não acredito na história de estudar o comportamento humano quando assistimos ao programa, mesmo porque já se vão 12 edições do programa:  Haja estudo! Tudo o que acontece dentro da casa – as fofocas, intrigas, a falsidade, acontece em nossas vidas no dia-a-dia, no trabalho, na faculdade… qual a novidade?  Confesso que assisto o programa, nos dias de festa e nos dias de prova do líder, para ver qual a marca que está patrocinando e que tipo de ação está fazendo. Como o programa nestes dias é ao vivo, tudo pode acontecer, como por exemplo, o equipamento de uma determinada prova quebrar, o que acarretaria um buzz negativo nas mídias sociais.

Há algum tempo, li no blog “Ideia de Marketing” , um post sobre o Big Brother Brasil, no qual  o autor levantou alguns questionamentos muito interessantes. Um questionamento que sempre fiz foi: “ A televisão tem o dever de educar?” Acredito que não! Acredito que a televisão deve entreter, e principalmente, não deve deseducar as pessoas.

Todo mundo hoje em dia tem uma opinião sobre tudo, com o crescimento das redes sociais e blogs, alguns acreditam que podem falar o que quiser. Por isso, o leitor deve estar sempre munido de senso crítico, a fim de fazer uma triagem e reter só o que vale a pena.

Acredito que há espaço pra tudo, desde o meme como foi o da Luíza, quanto de uma notícia mais séria, mais politizada; tudo tem sua hora e seu lugar. Ademais, urge aceitarmos as diferenças e pararmos de discutir sobre gostos, é clichê mas é verdade, “gosto não se discute!”

* Alex Camillo é estudante de Marketing e apaixonado por Mídias Sociais, desenvolvedor webfreelancer, desenvolve um blog pessoal , é um entusiasta da Tecnologia, leitor voraz, fanático pelo Fluminense, pela NBA e NFL, está tentando abandonar o “vício” em café e Coca-cola, em constante busca de Networking e Desenvolvimento Pessoal, e, por último, mas não menos importante, é casado, pai de família e uma pessoa muito feliz.

A Grama do Concorrente é Sempre Mais Verde?

Category : Comunicação Digital, mídias sociais

Por Alex Camillo

Há um tempo, li uma anedota interessante que gostaria de compartilhar com vocês: Um jornalista contava que um amigo seu texano daqueles de chapéu, foi visitar a Inglaterra. Não muito longe de Londres, conheceu um castelo e ficou deslumbrado. O palácio, impondo-se aos prédios menores, o parque, com seus gramados e jardins imensos, tudo era perfeito.

De volta ao Texas, depois de ter conversado longamente com o dono do castelo, contratou um arquiteto e um paisagista e os mandou para a Europa, pediu que copiassem tudo, até os mínimos detalhes. Suas ordens foram cumpridas, e o texano reproduziu nos EEUU o castelo que conhecera no velho mundo.

Passado um ano, o texano ligou para o dono do castelo, queixando-se de que não ficara tudo igual. O europeu perguntou se ele seguira os projetos do arquiteto e ele respondeu que sim, os prédios estavam praticamente iguais. A grama, lamentou-se, a grama é que não tem jeito. Seu anfitrião do ano anterior perguntou se mandara fazer tudo conforme fora recomendado. Sim, tudo. Plantou a grama, como eu disse?, perguntou o britânico. Sim, plantei. Pois bem, respondeu-lhe o amigo, agora irrigue todos os dias durante duzentos anos, e seu gramado vai ficar igualzinho ao meu.

Se pudesse resumir a história acima em uma frase, diria que somos imediatistas. Queremos abrir uma empresa e que ela dê lucro no primeiro mês, queremos uma página no Facebook e milhões de likes e um perfil no Twitter com zilhões de seguidores.  Já falamos sobre a importância do planejamento em mídias sociais, mas vale a pena ressaltar mais uma vez. A análise e o planejamento são as chaves de uma estratégia vencedora de relacionamento com nossos clientes.

Você sabia? – #radiorelogiofeelings – de acordo com um estudo recente do site Social Bakers, apenas 5% dos posts em páginas de empresas no Facebook recebem respostas?

As mídias sociais são como uma vitrine, mas…mesmo nas lojas mais populares, nem todas as roupas expostas são vendidas, não é mesmo? Então, a questão é: como conseguiremos vender o maior número de roupas possíveis?

Em nossa área, o produto exposto na “vitrine” é a marca que estamos trabalhando, mas mais que uma simples oferta ou exposição de produto, buscamos um relacionamento duradouro - fidelização.  Se quisermos ter um gramado igual ao do britânico na história contada acima, precisamos cultivar nosso gramado (clientes) da mesma forma.

Devemos pensar mais nos consumidores – em seus hábitos e expectativas – e não em termos de seguidores e likes.  Número de seguidores não deve ser objetivo de campanha, e sim escutar para entender nossos clientes de maneira que eles se sintam valorizados. Cada vez mais, os clientes julgam suas marcas preferidas de acordo com a maneira com que eles pensam que deveriam ser tratados por estas mesmas marcas.

As mídias sociais são um ótimo canal de relacionamento e um canal estratégico para as empresas lançarem novos produtos. No entanto, para que a mágica aconteça, as empresas precisam se relacionar com seus clientes, seja através de perguntas ou provocações aos seus clientes – dando atenção ao feedback recebido – ou de respostas rápidas às demandas que surgirem, e não simplesmente utilizar o canal como mural de postagem de ofertas ou frases de efeito genéricas.

Enfim, o que você pode fazer de imediato é cuidar de satisfazer os clientes que se relacionarem com sua marca por meio de sua página ou perfil, da melhor forma possível; inclusive surpreendendo-os positivamente. Já as stats, os números… estes eventualmente virão, como consequência do trabalho.

Portanto, persevere, continue regando e aparando o seu gramado, dia após dia, e quem sabe o resultado estará inspirando “texanos”, e você, fazendo escola.

* Alex Camillo é estudante de Marketing e apaixonado por Mídias Sociais, desenvolvedor webfreelancer, desenvolve um blog pessoal , é um entusiasta da Tecnologia, leitor voraz, fanático pelo Fluminense, pela NBA e NFL, está tentando abandonar o “vício” em café e Coca-cola, em constante busca de Networking e Desenvolvimento Pessoal, e, por último, mas não menos importante, é casado, pai de família e uma pessoa muito feliz.

Meu sapatinho nas redes sociais

Category : mídias sociais


*Por Alex Camillo

Botei meu sapatinho, na janela do quintal…Sapatinho? Janela? Em tempos de redes sociais, papai Noel recebe seus pedidos pelo Facebook.

Como encontrei na Wikipedia, Papai Noel é uma figura lendária que, em muitas culturas ocidentais, traz presentes aos lares de crianças bem-comportadas na noite da véspera de Natal, dia 24 de dezembro ou no dia de São Nicolau, 06 de dezembro. Tal lenda pode ter se baseado, em parte, em contos hagiográficos sobre a figura histórica de São Nicolau. Uma história quase idêntica é atribuída no folclore grego e bizantino a Basílio de Cesareia. O Dia de São Basílio, 1.º de janeiro, é considerado a época de troca de presentes na Grécia. Noel é Natal em francês e em Portugal papai Noel é chamado de Pai Natal.

Se eu pudesse fazer um pedido ao papai Noel, eu pediria menos fotos e imagens de gente morta, escatologia, gente nua ou seminua, cachorro, gato ou qualquer animal sofrendo, fetos abortados e crianças africanas desnutridas no Facebook.

Entendo que o intuito da divulgação de tais imagens seja a conscientização das pessoas de um triste fato ocorrido, ou um simples pedido de ajuda. Só que o tiro pode sair pela culatra, pois, na medida em que este tipo de ação se torna corriqueira, as ditas imagens perdem o impacto que deveriam ter, uma vez que a superexposição leva à banalização do sofrimento.

Quer pedir ajuda nas redes sociais? Peça, porém, direcione estas pessoas para um link externo para saber mais detalhes. Lá poste suas fotos e os vídeos, colocando um aviso quanto ao impacto das imagens.

Há, nos dias de hoje, um abuso de determinadas expressões quando se gosta de uma imagem, de uma foto, de um trabalho de determinado artista. Os comentários são sempre os mesmos: “f0d@”, “do c@r@l&9″. Please, menos pó$%as, cara%&o$, mer^&as e fo#@$ nas redes sociais.  Meu mouse não é penico. Aquele filme pode ser interessante, aquela música, marcante ou eloqüente, fala ao coração, você pode estar lendo um livro que seja envolvente, ter assistido a uma peça de teatro engraçada, enfim, há outras maneiras de descrever aquele curso incrível, aquele ótimo professor, aquela palestra extremamente produtiva.

Estamos mais tristes, é o que diz a pesquisa realizada pela equipe do matemático Peter Dodds, da Universidade de Vermont. Em 36 meses, eles reuniram mais de 46 bilhões de palavras escritas na rede por 63 milhões de usuários em todo o mundo. Realmente, o Twitter e as redes sociais viraram um muro de lamentações: o que mais se vê são pessoas reclamando – do calor, do frio, da chuva, da falta de grana, do trânsito, do tédio e por aí vai.

Para alguns que já se sentem deprimidos nesta época de festas de fim de ano, esta atmosfera agrava ainda mais a tristeza. Que papai Noel nos traga, neste Natal, mais alegrias e coisas positivas, empolgantes, incríveis, muitos ‘likes”, “shares”, “RT’s”, menções… e, para mim um iPhone 4s e um iPad de 64Gb está de bom tamanho. Brincadeira, o meu presente papai Noel já deixou aqui no último dia 14 de dezembro, com 51cm e 3,565Kg.

* Alex Camillo é estudante de Marketing e apaixonado por Mídias Sociais, desenvolvedor webfreelancer, desenvolve um blog pessoal , é um entusiasta da Tecnologia, leitor voraz, fanático pelo Fluminense, pela NBA e NFL, está tentando abandonar o “vício” em café e Coca-cola, em constante busca de Networking e Desenvolvimento Pessoal, e, por último, mas não menos importante, é casado, pai de família e uma pessoa muito feliz.